quarta-feira, 21 de julho de 2010

A quem possa interessar...

... mudei de casa. Que é como quem diz, mudei de blogue. A quem ainda me quiser visitar, terei todo o prazer em receber-vos n'O Café da Esquina, aqui.

Obrigada pelo apoio na (curta) viagem aqui pelo Crónicas. Agora é tempo de novas paragens :)

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Até dançava ao som desta música... (2)

... Fran Kranz. Sempre tive um fraquinho pelos ditos nerds, pelo menos quando eles vêem em embalagens minimamente apetitosas. Provavelmente este post seria mais acertado se, em vez de falar de Fran Kranz, falasse de Topher Brink - personagem desempenhada pelo actor na série Dollhouse*. Não há computer genious mais adorável. Bom, e de qualquer modo, Fran Kranz é menino de Yale - e isso já é bom o suficiente para Lady B.
Aproveito para deixar aqui gravado para a posteridade (depois não digam que não vos avisei): Fran Kranz é menino para se fazer actor que dá que falar - e pelo talento, não por questões mais ou menos sórdidas.

Outro atractivo de Fran Kranz, confesso, é que na minha cabeça o meu homem ideal sempre teve cabelo a atirar para o loiro e olhos esverdeados. Verdade seja dita, nunca me apaixonei (assim à séria, vá) por nenhum espécime que tivesse uma ou outra característica - o que me leva a questionar de tempos a tempos a minha coerência interna, mas isso são contas de outro rosário.


*Hoje, Segunda-feira, às 21h25, no FoxLife.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Arrivederci

Sempre gostei de despedidas, um gostar de gosto amargo mas que até que sabe bem. Talvez porque, ainda que magoe dizer adeus, se dói é porque gostamos realmente, é porque algo de bom se passou antes, é porque esse alguém nos vai fazer falta porque importa de verdade. E relembrarmo-nos disso não pode ser assim tão mau.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Royalty Update #1

Já que fiquei meses e meses sem aparecer pelo Palácio, pareceu-me ser boa ideia dar algumas luzes do que se passou em tanto tempo - e ainda foram algumas coisitas.

Para começar, Lady B. tem a dizer que nem tudo é mau na vida de trabalhadora - e mesmo na de estagiária. Pelo menos quando o dito estágio é remunerado. «Quem disse que o dinheiro não compra felicidade, não sabia onde fazer compras», era o que dizia Marilyn Monroe.

Lady B. não iria tão longe, mas se o dinheiro não compra a felicidade, ao menos pode dar uma ajudinha preciosa; e nestes longos meses de árduo trabalho, Lady B. amealhou o suficiente para comprar para si um portátil amoroso, lindo, fantástico e maravilhoso. Em conclusão, o que significa é que aqui pelo Palácio foi o fim das lutas pelo tempo de antena online: agora, ando por aqui a meu belprazer, sem disputas com a restante Corte. E que bem que sabe.


(E sim, vai-me custar deixar de receber o salário ao fim do mês quando continuar os estudos no Mestrado. Só que há outras contrapartidas...)

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Fraquito, muito fraquito*

Uma vez que a vida profissional me tem levado para um dos meus sítios preferidos de Lisboa - leia-se, Parque das Nações - e que me tenho visto praticamente obrigada a almoçar todos os dias no Vasco da Gama (fugindo rapidamente para o exterior quando "cacei" à moda moderna - leia-se, ter pago por géneros alimentícios), é com muito pouco entusiasmo que aqui anuncio que sim, eu, Lady B., testemunhei em primeira mão a presença das tristes figurinhas que montaram arraiais à porta do Pavilhão Atlântico para... o concerto dos Tokio Hotel.

Escrevo isto tudo de uma assentada que é para não ter tempo de me arrepender de trazer tal nome infame para dentro das muralhas do Reino. Porém, confesso com algum gozo que ainda me senti tentada a ir atirar umas batatinhas fritas às criaturas, a ver se sempre se alimentavam ou se ao menos arredavam dali; mas, num rasgo de iluminada inteligência, contive o impulso - quem sabe se sobreviveria ao cheiro de tanto ser humano (deves... meia dúzia de pimpolhas, vá) sem banho tomado há tantos dias?

Em última nota, deixem-me dizer apenas que estas fãs são muito fraquinhas - porque o arzinho fresco que nem alface não engana ninguém: há muitas e muitas idas a casa no meio deste suposto acampamento. Ora, desculpem-me, mas os Tokiozinhos mereciam muito melhor: fã que é fã não dispensa estar na primeira fila a cheirar a cavalo e totalmente grogue de sono, após tanto dia sem ver água e sabão e tanta noite sem uma caminha decente. É que artista que é artista não quer que o pessoal vá apreciar a música, quer é que o pessoal se submeta a tortura estupidamente desnecessária. É que se não querem dormir em casa... há muito sem-abrigo que fica grato pela hospedagem.


*(como a banda em causa, aliás. Se ainda fosse música de jeito, ainda se dava o desconto... e daí talvez não. Mas uma banda cujo vocalista nem sabe bem se é menina, se menino, se galinha que apanhou choque eléctrico? Hmm, desculpem... mas não).

terça-feira, 6 de abril de 2010

Royalty is back!

Ora, ora, diz que Lady B. desapareceu por longos e tortuosos meses. Juro a pés juntos que não foi qualquer fuga da Corte para o Brasil (quem me dera!); foram sim meros conflitos temporais. Vida de trabalhadora - ainda por cima de estagiária - tem destas coisas. É verdade, nem a realeza escapa à conjuntura económica.

Com tão pouco tempo e tanta coisa para fazer, foi inevitável deixar algumas das coisas que mais gostava para trás - como este blogue. Mas como nem tudo dura para sempre, este exílio também se aproxima do fim; por agora, deixo alguns posts "pré-programados", prometendo solenemente que farei o meu melhor por voltar aos hábitos "naturais" de antigamente. Realeza que se preze não vai em meros planeamentos e acompanha diariamente a Corte e os súbitos no terreno!

Para o fim deixo uma das partes mais importantes deste post de regresso: não imaginam a emoção que senti ao regressar à caixa de e-mail do blogue, meses e meses volvidos, e ver que houve quem viesse aqui ao Palácio perguntar por Lady B. - à N. e à C., a.ka. Meninas da Porta ao Lado (também quero um vizinho que use Armani!) e à Rita... o meu mais profundo obrigada.

Não fugi nem fiquei empenada em Novembro: Lady B. is back! ;)

terça-feira, 24 de novembro de 2009

A paciência e o seu Q

Tenho a dizer-vos que chegar à segunda-feira de manhã* e ler os vossos comentários de incentivo para aturar certas e determinadas criaturas deu todo um outro gosto ao meu início de semana. Até nem me importei tanto pelas ditas circustâncias. O meu enorme obrigada :)

E diz que chegar ao fim do dia de hoje e pensar super feliz "Exacto, hoje é Terça!" (porque - vá-se lá saber porquê - o meu subconsciente estava convencidíssimo de que era Segunda) também ajuda. Até porque assim significa que só faltam 3 dias para ser Sexta!

E ao que parece, a paciência compensa mesmo. Para além de que gabaram imenso o nosso trabalho (sim, foi assim o cúmulo da pachorra aturá-lo durante o processo), hoje as novas bosses no departamento para o qual nos mudámos "ficaram maravilhadas" comigo (palavras dele, não minhas). Ó meu querido... jealous much? Ou tristinho que agora a tua basófia não te tenha servido de nada?

Ora, ora, temos pena...


*não andei pela Internet durante o fim-de-semana (e ontem também foi complicado). E que rico fim-de-semana foi... mas isso é outra história!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Há momentos assim em dias assim

Recebi uma mensagem do P.; daquelas SMS normais, normaizinhas, com aquele objectivo puro e absolutamente corriqueiro de saber como vai um amigo passado um tempo. Senti-me feliz, porque sempre o tive em alta na minha consideração e porque sabe bem, muito bem em certos e determinados dias* sermos relembrados de que há gente muito boa que, sem nós sonharmos, está naquele momento, por mero acaso, a pensar em nós. E recordamo-nos, assim, por mero acaso também, daqueles momentos geniais de total parvoíce que passámos com essas pessoas. E dá vontade de dançar.

A parte engraçada disto tudo é que sempre me questionei se poderia ter havido alguma coisa mais entre nós, não fosse eu ter conhecido o P. por ele ser namorado de uma das minhas amigas mais chegadas na altura. É que desde o início lhe achei a maior piada e demo-nos logo incrivelmente bem - mas, lá está, namorado de amiga minha é rapaz intocável. Mesmo que já não o seja há bons e longos meses.


*dias de trabalho com gente insuportavelzinha, em que só pensamos que estamos a fazer aquilo por uma remuneração e que já só faltam dois dias para o fim-de-semana, uma semana e dois dias para um fim-de-semana semi-prolongado, duas semanas e dois dias para um fim-de-semana esse sim verdadeiramente prolongado, um mês e meia dúzia de dias para o Natal, um mês e uma dúzia de dias para o Ano Novo, dois meses - que são só oito semanas - para o início do Mestrado e - aleluia - quatro meses e meio para terminar a tortura. Safa.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

I feel good *tururu*

Se voltasse atrás no tempo, podia fazer uma data de coisas de forma diferente? Corrigir erros, não dar tudo quando não era suposto, dar muito mais quando devia, alterar todas as minhas escolhas, reescrever a História, aproveitar melhor cada minuto, viver cada momento um pouco mais ou um pouco menos?

Podia, mas não era a mesma coisa.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

É que chega a ser exasperante

Estão a ver aquele género de ser que se julga muito superior, muito inteligente (muito, mas muito mais do que realmente é), muito bom, muito perfeito, muito poliglota, muito trabalhador (mas que não faz rigorosamente nada), muito génio da Matemática, muito génio de tudo e mais alguma coisa, muito fantástico, muito maravilhoso, muito, muito, muito imensamente totalmente irrevogavelmente superior mas que, na realidade, não vale nada, de todo, nem com toda a boa vontade do Mundo? Estão a ver o género de pessoazinha, estão?

Ora agora tentem lá adivinhar, no meio de tanta gente interessante nesta vida, que género de colega é que calhou a Lady B. Vá lá, tentem lá. Vai ser divertido, prometo*.

*e, simultaneamente, minto.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Uma parvoeira, duas parvoeiras*

At a certain time, I loved him so much it would get to a point when it would actually ache. Only long gone after I had messed the whole thing up did I remember that love is not supposed to hurt.

*(em inglês, porque hoje me apeteceu. deve ser do tempo chuvoso, que me põe sempre num british mood).

domingo, 15 de novembro de 2009

Julgar o livro pela capa

É certo e sabido que não fica bem a ninguém admiti-lo, mas é a verdade pura: todos acabamos por julgar as pessoas pela sua aparência física. O exterior conta, por muito que o mais usual até seja que a bota não bata com a perdigota no final de contas.

Quem diz pessoas, diz tudo o resto. Até situações: quantas vezes se pensa que algo vais ser maravilhoso e é afinal terrível - ou vice-versa?

Ponto assente que é um facto que todos fazemos este julgamento a priori, não me orgulho dele. Aliás, tenho feito um esforço para evitá-lo ao máximo. Não meramente por uma questão de ser "ah e tal, que feio que é, quero elevar a minha pessoa a uma posição moralmente mais correcta"; não, o motivo é, afinal, bem egoísta: é que, por vezes, esse julgamento - errado, em 90% dos casos - pode chegar a magoar. Daí que cada vez me torne mais cuidadosa: explorar bem o terreno antes de tirar conclusões. E isto vale para tudo.

(Outro dia estava a ver televisão; apanhei um daqueles reality shows. Apareceu uma rapariga loira, a típica america "girl next door", muito bubbly, muito arzinho de cheerleader, muito aparentemente burra. A miúda, afinal, para além de ser dançarina, estava a tirar um Mestrado em Economia, salvo erro, sempre com média quase perfeita de A. Toma, Lady B., que é para aprenderes a não julgares de maneira tão vil!)


Crónica ao som de "Complicated", Avril Lavigne (porque foi outra que, apesar do que cantava, parecia ser o que não é.)

sábado, 14 de novembro de 2009

Isto anda complicado, mas...

Primeira semana de trabalho com uma saúde no mínimo questionável não deu certo com nada. E muito menos com arranjar um tempinho para aquilo de que gosto - como o blogue. Mas isso vai mudar (espero eu).

Já agora, utilizo este post como forma de agradecimento por todos os comentários e todas as visitas e, claro, àquelas onze lindas pessoas que já se tornaram membros da "Corte Real". O meu profundo obrigada, pois tornam mil vezes mais especial as minhas visitas a este meu cantinho.

(E dado o resultado dos votos do inquérito, irei começar a responder aos vossos comentários sempre que possível e, prometo, apenas quando tiver algo de jeito para dizer!)

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

O Passado à luz do Presente

Quando isto ou aquilo, este ou aquele me relembra da nossa história e eu páro dois segundos que sejam a pensar nisso tudo, a palavra que mais depressa me ocorre é sempre "idiota". Aliás, minto; a palavra que me ocorre é bem menos simpática, mas de modo a manter eventuais susceptibilidades mais delicadas a salvo, fiquemo-nos por "idiota".

Idiota-tu, por não te aperceberes do que tinhas em mãos, idiota-tu por deixares escapar tudo, idiota-tu por jogares todos os jogos do livro comigo, idiota-tu por te enredares nessa teia-marasmo e não lutares para seres quem queres ser.

Idiota-eu, por atirar areia para os meus próprios olhos quando os sinais piscavam freneticamente, idiota-eu por lutar contra uma maré forte (e teimosa) demais, idiota-eu por insistir em procurar salvar algo que há muito se havia perdido, idiota-eu por me esquecer de quem sou ao tu apareceres.

Idiota-a-situação, porque as coisas são mesmo assim, nem sempre a vida liga a sentimentos ou sensações, a momentos ou (im)perfeições de logística. O que tem que ser tem muita força e, por mais idiota que tudo isto seja, é o que teve que ser: nada.


Crónica ao som de "Autumn Leaves", Paolo Nutini

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O que vale é que há sempre opções de carreira

O formador pergunta: "Mas isto não basta ser o primeiro, o que é que também é preciso?".

Responde Lady B.: "Ser o melhor".

A isto riposta o formador: "Assim a menina até dava um óptimo treinador de futebol". Ora, eu sempre pensei o mesmo.

domingo, 8 de novembro de 2009

"Flagra"!

Em dia de compras no Continente de um centro comercial perto de mim, passo pela zona dos livros e três empregados do dito supermercado páram subitamente o que estavam a fazer e ficam a olhar para mim e para a minha irmã com cara de crianças apanhadas em flagrante. Estavam à procura do Wally.

* Para quem ficou interessado pela série do último post, o Especial Erica de 3 episódios passa hoje às 15h, no FoxLife.

sábado, 7 de novembro de 2009

"Primeiro estranha-se, depois entranha-se" ou o meu novo vício

Being Erica (ou simplesmente Erica, em Portugal). Uma série diferente, que nos põe a pensar ou nos faz rir à gargalhada. Como seria se pudessemos voltar atrás no tempo e alterar aquilo de que mais nos arrependemos? Seria essa a solução? Erica Strange é a demonstração de que a vida não é fácil e de que, mesmo se corrigissemos tudo aquilo de que nos arrependemos, o que importa é quem somos verdadeiramente e o que nos transformou nessa pessoa.

Está neste momento a dar um especial no FoxLife, que irá repetir amanhã ao início da tarde. Não percam. Mesmo que soe estranho ao princípio, acreditem, acabará por conquistar-vos.

Pólos de atracção

Cada pessoa tem a sua forma de ver a vida e o seu próprio modo de enfrentar as adversidades; há gente mais positiva, há gente mais negativa. A certa altura enquadrei-me neste último grupo; hoje em dia, já não sei bem - mas penso que estou a meio caminho.

Essa espécie de equilíbrio que tenho actualmente faz com que acabe por responder aos outros pelo caminho inverso ao que palmilham. Quero com isto dizer que pareço um pólo de atracção oposta, como um íman: quando alguém vem ter comigo com a visão mais pessimista, parece que me transformo no ser mais optimista à face da Terra; ao invés, se há só optimismo à minha volta, fico mais atenta ao que de mal pode correr.

Quando tento animar alguém que está em baixo, não se trata de dizer o que querem ouvir sem que eu acredite naquilo que digo. Acredito, de outra forma não seria capaz de dizê-lo. Sou capaz de criar os cenários mais perfeitos e equacionar todas as soluções possíveis para problema x ou y, sem pecar pela mentira quando o faço. Então porque é que, para mim mesma, nem sempre consigo manter esse optimismo?

Por outro lado, custa-me quase a um nível físico quando uma pessoa é incapaz de ver os pontos positivos de uma situação desagradável e se deixa abater completamente pela adversidade. Custa-me quase tanto quanto aqueles que só vêem passarinhos e o céu azul, ignorando os passos em falso que lhes estão reservados. Uma coisa é uma visão positiva da vida, outra coisa é viver na ilusão da perfeição.

No meio disto, sinto-me quase como um pêndulo equilibrando-se para compensar um ou outro lado. O pólo negativo de alguém atraí o meu positivo e vice-versa. Por muito idealista que eu seja, sempre achei que um pouco de realismo fazia bem a muita gente - e a mim faz, seja para ver uma situação de forma mais ou menos perfeita.


Crónica ao som de "Bend & Break", Keane

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Cheira a recordações

Já sentia saudades da chuva. Não, não tenho saudades de me ensopar de alto a baixo, de enfiar os pés em poças de água até ao joelho (coisa para a qual tenho enorme apetência). Não, não é isso.

Mas tinha saudades do que a chuva me traz. Aquela melancolia doce, os pensamentos mais verdadeiros, uma espécie de transe introspectivo. Ontem peguei, pela primeira vez em meses e meses, no meu casaco preferido e num cachecol com aroma a Inverno. Só isso levou-me instantaneamente ao ano passado, a tantos risos e sorrisos*.

O Outono traz o cheiro a castanhas assadas, as folhas secas a esvoaçarem rua fora, a antecipação do Natal. Traz novas sensações antigas: tudo é igual e conhecido, mas tem sempre um sabor diferente a cada ano que passa. Principalmente, o Outono traz-me recordações, sempre óptimas. Espero que este seja mais um Outono a juntar à lista dessas boas recordações.

*levou-me a ti

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Reposição da verdade

Se há coisa de que realmente me arrependo é de um dia te ter dito que não conseguiria viver sem ti*. Acima de tudo, menti-te (não que na altura o soubesse ou o fizesse com intenção). É que, na verdade, hoje estou aqui, bem, viva e de relativa saúde. E sem ti.

*Coisa que nunca voltarei a fazer. Já sei que não é verdade, consigo viver sem depender assim tanto de alguém. Sobrevive-se se se tiver forças para isso. Por muito romântica que seja... isto foi demais. Coisa melosa. Medo.